LangGraph Workflow Studio

Workflows multiagente que traduzem o JD em arquitetura visual e explicável.

Esta superfície mostra como a demo organiza ingestão de contexto, seleção de especialistas, governança de ferramentas MCP e síntese final, criando um artefato fácil de apresentar ao Sean e suficientemente robusto para uma entrevista técnica posterior.

Fluxo de execução
Sequência lógica do workflow multiagente com ênfase em decisões auditáveis.
Step 1

Ingestão de contexto

LangChain consolida eventos recentes, documentos recuperados e estado operacional do ambiente telecom.

Step 2

Roteamento LangGraph

O grafo decide os especialistas certos para incidentes de QoS, roteamento, topologia e federação OAuth.

Step 3

Broker MCP auditável

Ferramentas sugeridas são registradas com justificativa explícita, sem depender do MCP do usuário final.

Step 4

Síntese operacional

A resposta final é consolidada com rastreabilidade, contexto e recomendações priorizadas para o NOC.

Supervisor
Camada operacional da demonstração

Orquestra os especialistas, preserva estado e conduz a entrega final.

Streaming Processor
Camada operacional da demonstração

Normaliza envelopes JSON e alimenta métricas de latência, perda e throughput.

Graph Memory
Camada operacional da demonstração

Conecta topologia, dependências e impacto estrutural em estilo Memgraph.

Timeline de execução recente
Exemplo de sessão persistida com trilha concisa do incidente analisado.
00:00

Envelope de incidente recebido do edge ring RJ-SP

00:02

Context retrieval montado com incidentes e topologia relevante

00:04

LangGraph selecionou Routing Guardian, Signal Watch e MCP Broker

00:06

Plano de federação OAuth validado para domínio B2B Support

00:08

Resposta executiva persistida na sessão do operador

Leitura alinhada ao dossiê da entrevista
O dossiê sugere que o cliente telecom pode valorizar voz, streaming e federação entre sistemas.

O workflow deixa visível que a stack da demonstração já conversa com esse contexto: ingestão em tempo real, orquestração de especialistas, leitura de topologia, governança de ferramentas e síntese técnica.

Em entrevista, isso ajuda a explicar que Moisés não apenas estudou os conceitos do JD, mas organizou um sistema coerente onde eles aparecem juntos de forma narrativa, verificável e conectada ao domínio de telecomunicações.